A vida me ensinou que ser imortal não é vencer sempre, mas sim nunca desistir. É saber respeitar até o oponente mais odiado, mas acima de tudo ter orgulho do time tanto na vitória quanto na derrota. Grêmio, nunca te abandonarei, iremos juntos pra onde quer que seja. Te amo meu imortal. E nunca esqueça, imortal não morre, imortal tropeça.





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Ser Gremista

É o sonho delirante de nao conseguir na vida ser uma outra coisa

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tags: #gremio #fabio aurelio #ze roberto
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GLADIADOR VEM AI E O BICHO VAI PEGAR ! 



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GLADIADOR VEM AI E O BICHO VAI PEGAR ! 



tags: #palmeiras #gremio #kleber #gladiador
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soutricolor:

Acho que ídolos transcendem títulos, faixas e pôsteres, sinceramente. Ídolos são aquelas pessoas com as quais nos identificamos, nos espelhamos e, sobretudo, admiramos. Se o Tcheco representa isso para você, ele é o seu ídolo. E, para mim, o Tcheco representa isso, sim. Depois dos vergonhosos anos de 2004 e 2005, eu defino o Tcheco como o elemento principal para o ressurgimento do Grêmio entre os grandes do futebol brasileiro. Ele honrou a camiseta do Grêmio ajudando no resgate da própria identidade do Grêmio. As três cores voltavam a ser temidas pelos adversários. O respeito estava de volta. A partir de 2006, com Tcheco, o Grêmio voltou a encarar o co-irmão, então Campeão do Mundo, de igual para igual. Também com ele, o Grêmio voltaria a uma final sul-americana e, um ano depois, disputaria o título do Brasileirão até a última rodada. Na minha opinião, com suas qualidades e defeitos, quem orquestrou tudo isso foi o Tcheco. Vergonhoso não é perder a Libertadores. Vergonhoso não é perder o Brasileirão. Vergonhoso é ser rebaixado. Vergonhoso é exaltar a “Batalha dos Aflitos” como grande feito. Vergonhoso é atravessar bola no meio-campo, gerar contra-ataque e não correr para recuperar a bola. Vergonhoso é colocar caixa de som no gramado do Olímpico para receber de braços abertos um traíra que nunca respeitou a camiseta do Grêmio. Se não falha a minha memória, o Tcheco não fazia parte de nenhum desses elencos acima citados. Portanto, está longe de ser um perdedor! Tcheco honrou como poucos a camiseta de um time centenário e Campeão do Mundo. Ele soube valorizar, de fato, as cores e a torcida do Grêmio, tanto que virou um de nós. Fica aqui a minha homenagem. Parabéns pelos 36 anos e pela carreira, Capitão ! Desdém pelos ídolos é só nas bandas do Remendão.

soutricolor:

Acho que ídolos transcendem títulos, faixas e pôsteres, sinceramente. Ídolos são aquelas pessoas com as quais nos identificamos, nos espelhamos e, sobretudo, admiramos. Se o Tcheco representa isso para você, ele é o seu ídolo. E, para mim, o Tcheco representa isso, sim. Depois dos vergonhosos anos de 2004 e 2005, eu defino o Tcheco como o elemento principal para o ressurgimento do Grêmio entre os grandes do futebol brasileiro. Ele honrou a camiseta do Grêmio ajudando no resgate da própria identidade do Grêmio. As três cores voltavam a ser temidas pelos adversários. O respeito estava de volta. A partir de 2006, com Tcheco, o Grêmio voltou a encarar o co-irmão, então Campeão do Mundo, de igual para igual. Também com ele, o Grêmio voltaria a uma final sul-americana e, um ano depois, disputaria o título do Brasileirão até a última rodada. Na minha opinião, com suas qualidades e defeitos, quem orquestrou tudo isso foi o Tcheco. Vergonhoso não é perder a Libertadores. Vergonhoso não é perder o Brasileirão. Vergonhoso é ser rebaixado. Vergonhoso é exaltar a “Batalha dos Aflitos” como grande feito. Vergonhoso é atravessar bola no meio-campo, gerar contra-ataque e não correr para recuperar a bola. Vergonhoso é colocar caixa de som no gramado do Olímpico para receber de braços abertos um traíra que nunca respeitou a camiseta do Grêmio. Se não falha a minha memória, o Tcheco não fazia parte de nenhum desses elencos acima citados. Portanto, está longe de ser um perdedor! Tcheco honrou como poucos a camiseta de um time centenário e Campeão do Mundo. Ele soube valorizar, de fato, as cores e a torcida do Grêmio, tanto que virou um de nós. Fica aqui a minha homenagem. Parabéns pelos 36 anos e pela carreira, Capitão ! Desdém pelos ídolos é só nas bandas do Remendão.



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soutricolor:

Acho que ídolos transcendem títulos, faixas e pôsteres, sinceramente. Ídolos são aquelas pessoas com as quais nos identificamos, nos espelhamos e, sobretudo, admiramos. Se o Tcheco representa isso para você, ele é o seu ídolo. E, para mim, o Tcheco representa isso, sim. Depois dos vergonhosos anos de 2004 e 2005, eu defino o Tcheco como o elemento principal para o ressurgimento do Grêmio entre os grandes do futebol brasileiro. Ele honrou a camiseta do Grêmio ajudando no resgate da própria identidade do Grêmio. As três cores voltavam a ser temidas pelos adversários. O respeito estava de volta. A partir de 2006, com Tcheco, o Grêmio voltou a encarar o co-irmão, então Campeão do Mundo, de igual para igual. Também com ele, o Grêmio voltaria a uma final sul-americana e, um ano depois, disputaria o título do Brasileirão até a última rodada. Na minha opinião, com suas qualidades e defeitos, quem orquestrou tudo isso foi o Tcheco. Vergonhoso não é perder a Libertadores. Vergonhoso não é perder o Brasileirão. Vergonhoso é ser rebaixado. Vergonhoso é exaltar a “Batalha dos Aflitos” como grande feito. Vergonhoso é atravessar bola no meio-campo, gerar contra-ataque e não correr para recuperar a bola. Vergonhoso é colocar caixa de som no gramado do Olímpico para receber de braços abertos um traíra que nunca respeitou a camiseta do Grêmio. Se não falha a minha memória, o Tcheco não fazia parte de nenhum desses elencos acima citados. Portanto, está longe de ser um perdedor! Tcheco honrou como poucos a camiseta de um time centenário e Campeão do Mundo. Ele soube valorizar, de fato, as cores e a torcida do Grêmio, tanto que virou um de nós. Fica aqui a minha homenagem. Parabéns pelos 36 anos e pela carreira, Capitão ! Desdém pelos ídolos é só nas bandas do Remendão.

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Acho que ídolos transcendem títulos, faixas e pôsteres, sinceramente. Ídolos são aquelas pessoas com as quais nos identificamos, nos espelhamos e, sobretudo, admiramos. Se o Tcheco representa isso para você, ele é o seu ídolo. E, para mim, o Tcheco representa isso, sim. Depois dos vergonhosos anos de 2004 e 2005, eu defino o Tcheco como o elemento principal para o ressurgimento do Grêmio entre os grandes do futebol brasileiro. Ele honrou a camiseta do Grêmio ajudando no resgate da própria identidade do Grêmio. As três cores voltavam a ser temidas pelos adversários. O respeito estava de volta. A partir de 2006, com Tcheco, o Grêmio voltou a encarar o co-irmão, então Campeão do Mundo, de igual para igual. Também com ele, o Grêmio voltaria a uma final sul-americana e, um ano depois, disputaria o título do Brasileirão até a última rodada. Na minha opinião, com suas qualidades e defeitos, quem orquestrou tudo isso foi o Tcheco. Vergonhoso não é perder a Libertadores. Vergonhoso não é perder o Brasileirão. Vergonhoso é ser rebaixado. Vergonhoso é exaltar a “Batalha dos Aflitos” como grande feito. Vergonhoso é atravessar bola no meio-campo, gerar contra-ataque e não correr para recuperar a bola. Vergonhoso é colocar caixa de som no gramado do Olímpico para receber de braços abertos um traíra que nunca respeitou a camiseta do Grêmio. Se não falha a minha memória, o Tcheco não fazia parte de nenhum desses elencos acima citados. Portanto, está longe de ser um perdedor! Tcheco honrou como poucos a camiseta de um time centenário e Campeão do Mundo. Ele soube valorizar, de fato, as cores e a torcida do Grêmio, tanto que virou um de nós. Fica aqui a minha homenagem. Parabéns pelos 36 anos e pela carreira, Capitão ! Desdém pelos ídolos é só nas bandas do Remendão.



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Acho que ídolos transcendem títulos, faixas e pôsteres, sinceramente. Ídolos são aquelas pessoas com as quais nos identificamos, nos espelhamos e, sobretudo, admiramos. Se o Tcheco representa isso para você, ele é o seu ídolo. E, para mim, o Tcheco representa isso, sim. Depois dos vergonhosos anos de 2004 e 2005, eu defino o Tcheco como o elemento principal para o ressurgimento do Grêmio entre os grandes do futebol brasileiro. Ele honrou a camiseta do Grêmio ajudando no resgate da própria identidade do Grêmio. As três cores voltavam a ser temidas pelos adversários. O respeito estava de volta. A partir de 2006, com Tcheco, o Grêmio voltou a encarar o co-irmão, então Campeão do Mundo, de igual para igual. Também com ele, o Grêmio voltaria a uma final sul-americana e, um ano depois, disputaria o título do Brasileirão até a última rodada. Na minha opinião, com suas qualidades e defeitos, quem orquestrou tudo isso foi o Tcheco. Vergonhoso não é perder a Libertadores. Vergonhoso não é perder o Brasileirão. Vergonhoso é ser rebaixado. Vergonhoso é exaltar a “Batalha dos Aflitos” como grande feito. Vergonhoso é atravessar bola no meio-campo, gerar contra-ataque e não correr para recuperar a bola. Vergonhoso é colocar caixa de som no gramado do Olímpico para receber de braços abertos um traíra que nunca respeitou a camiseta do Grêmio. Se não falha a minha memória, o Tcheco não fazia parte de nenhum desses elencos acima citados. Portanto, está longe de ser um perdedor! Tcheco honrou como poucos a camiseta de um time centenário e Campeão do Mundo. Ele soube valorizar, de fato, as cores e a torcida do Grêmio, tanto que virou um de nós. Fica aqui a minha homenagem. Parabéns pelos 36 anos e pela carreira, Capitão ! Desdém pelos ídolos é só nas bandas do Remendão.

Acho que ídolos transcendem títulos, faixas e pôsteres, sinceramente. Ídolos são aquelas pessoas com as quais nos identificamos, nos espelhamos e, sobretudo, admiramos. Se o Tcheco representa isso para você, ele é o seu ídolo. E, para mim, o Tcheco representa isso, sim. Depois dos vergonhosos anos de 2004 e 2005, eu defino o Tcheco como o elemento principal para o ressurgimento do Grêmio entre os grandes do futebol brasileiro. Ele honrou a camiseta do Grêmio ajudando no resgate da própria identidade do Grêmio. As três cores voltavam a ser temidas pelos adversários. O respeito estava de volta. A partir de 2006, com Tcheco, o Grêmio voltou a encarar o co-irmão, então Campeão do Mundo, de igual para igual. Também com ele, o Grêmio voltaria a uma final sul-americana e, um ano depois, disputaria o título do Brasileirão até a última rodada. Na minha opinião, com suas qualidades e defeitos, quem orquestrou tudo isso foi o Tcheco. Vergonhoso não é perder a Libertadores. Vergonhoso não é perder o Brasileirão. Vergonhoso é ser rebaixado. Vergonhoso é exaltar a “Batalha dos Aflitos” como grande feito. Vergonhoso é atravessar bola no meio-campo, gerar contra-ataque e não correr para recuperar a bola. Vergonhoso é colocar caixa de som no gramado do Olímpico para receber de braços abertos um traíra que nunca respeitou a camiseta do Grêmio. Se não falha a minha memória, o Tcheco não fazia parte de nenhum desses elencos acima citados. Portanto, está longe de ser um perdedor! Tcheco honrou como poucos a camiseta de um time centenário e Campeão do Mundo. Ele soube valorizar, de fato, as cores e a torcida do Grêmio, tanto que virou um de nós. Fica aqui a minha homenagem. Parabéns pelos 36 anos e pela carreira, Capitão ! Desdém pelos ídolos é só nas bandas do Remendão.




deboramfranke:

TU NÃO OS VÊ, TU NÃO OS TOCA. MAS ESTÃO PRESENTES… MOMENTOS INESQUECÍVEIS ME VÊEM A MENTE. POR ISSO GRÊMIO UM CAMPEONATO SOMENTE TE PEÇO, PARA OS GREMISTAS QUE LÁ DO CÉU CANTAM COMIGO.
PAVILHÃO ETERNO!!! =/
☆ 31/10/1934 ✚ 03/04/2012 
by: @debiii_m

deboramfranke:

TU NÃO OS VÊ, TU NÃO OS TOCA. MAS ESTÃO PRESENTES… MOMENTOS INESQUECÍVEIS ME VÊEM A MENTE. POR ISSO GRÊMIO UM CAMPEONATO SOMENTE TE PEÇO, PARA OS GREMISTAS QUE LÁ DO CÉU CANTAM COMIGO.

PAVILHÃO ETERNO!!! =/

☆ 31/10/1934 ✚ 03/04/2012 

by: @debiii_m



tags: #gremio
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Kleber querido, geral esta contigo! 

Força Gladiador.

by:  @debiii_m  



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by: @debiii_m

by: @debiii_m



tags: #André Lima #gremio
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tags: #moreno #grêmio #gremio
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